O assaltante português é interrogado na delegacia.
— Cadê as jóia? — grita o delegado, afundando a cabeça do portuga num barril.
Depois de longos segundos, ele é retirado do barril, ensopado:
— Ora pois… Eu não sei!
— Cadê as jóia? — repete o delegado, afundando a cabeça dele e deixando o dobro do tempo.
— Eu não sei! Eu não sei…
E tome outro banho!
— Espere um minuto! — diz o portuga, quase afogado — Acho que se você tirar a água do barril, fica mais fácil de encontraire.