De férias no Brasil, Joaquim das Neves resolveu ir pescar.
Chegando lá ele pegou a vara (no bom sentido) a minhoca (também no bom sentido) e tomou o seu lugar.
Dois minutos depois ele puxou a isca e trocou de minhoca. Mais dois minutos e a cena se repetiu. E mais algumas vezes, até que um cara que pescava ao seu lado não resistiu:
— Ô, português! Que negócio é esse de ficar trocando a minhoca toda hora, rapaz?
— Ora pois! — respondeu o gajo – Essas minhocas não prestam!— Como assim? — tornou o pescador, confuso.— Elas só ficam na água, paradas… Não são capazes de pegar um peixe, ó pá!