Em uma fila de banco interminável, depois de um feriado prolongado, um sujeito começa a massagear os ombros do homem que está na sua frente.
— Que é isso, cara? — espanta-se o massageado — Que historia é essa de me fazer massagem?
— Desculpe-me, senhor — responde ele — Mas eu sou massagista! Percebi que o senhor estava ansioso, nervoso, estressado e não pude me conter em fazer-lhe uma massagem nas costas. Eu sou um profissional e me sinto na obrigação de exercer meus conhecimentos, mesmo sem ter sido solicitado.
— Esta é a explicação mais estúpida que eu já ouvi! — retruca o cara da frente — Eu, por exemplo, sou advogado! E por acaso você está vendo eu foder o cara que está na minha frente?