Dia destes, Paulo Maluf, eternamente em campanha, vai visitar uma escola da periferia.
Ao passar diante de uma das classes, ele ouve a garotada debruçada na carteira, escrevendo e falando ao mesmo tempo:
– Eu malufo, tu malufas, ele malufa, nós malufamos…
Impressionado, ele vira-se para a diretora e observa:
– Você deve estar orgulhosa destes meninos! Eles são ótimos!
– Nem todos – desconversa a diretora. – Nem todos! Outro dia pegamos um deles malufando um refrigerante da cantina.