Mariazinha era uma caipirinha deliciosa de 17 anos, ainda virgem. João Gafanhoto era o cara mais tarado da região, e vivia convidando a moça pra ir pra cama, pro sofá, pro mato, pra qualquer lugar, desde que fosse pra fazer sexo.
Certo dia ela finalmente concordou, e os dois foram pra uma moita, atrás da casa da moça.
Mas, como não sabia nada sobre o assunto, ela pediu instruções:
– Ai, Jão… Cumé qui é esse negócio de séquiço
– Simpres, Maria! E é bão dimais, sô!
– Mai cumé qui ieu faço? Me ixprica, homi!
– Premero ocê alevanta a saia!
– Assim? – disse a gostosona, mostrando a calcinha.
– Hummm! Isso mermo, Mariazinha! Assim mermo, sô!
– Intão, i agora?
– Agora ocê baxa a carcinha! – disse ele, excitadíssimo.
– E agora, Jão?
– Hummmm… ?… Agora cê agacha e mija, qui seu pai tá ispreitâno ditrais da arvi!!